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Culinária, língua e preeleção: Relembre as aventuras de Alan Kardec no futebol chinês

Novo reforço do Atlético-MG para a temporada, Alan Kardec passou os últimos 6 anos na China. Ex-São Paulo, Palmeiras e Vasco, acumulou histórias jogando pelos chineses Chongqing Lifan e Shenzen FC.

Culinária

A culinária tende a ser uma dificuldade para estrangeiros. E em entrevista para o UOL Esporte, em 2016, Alan Kardec revelou seus problemas com a comida chinesa.

O excesso de pimenta e tempero tirava o paladar do atacante e sua família. ‘Só de sentir o cheiro, não conseguia comer’, disse Kardec. A solução foi trazer uma funcionária conhecida da família, que, com a ajuda de uma empregada chinesa, preparavam comida brasileira.

Mandarim

Língua mais popular da China, o mandarim é considerado de difícil aprendizado. Se comunicar no país virou um desafio para Alan Kardec.

Sair de casa sozinho? Sem chance. Até ir ao supermercado era difícil. O jogador conta que foi com sua esposa ao mercado, e não sabiam se estavam comprando sal ou açúcar: ‘Comprei linguiça para fazer churrasco e, quando experimentei em casa, vi que era linguiça doce. Joguei tudo fora’.

Confusões com Tradução

No Chongqing, Kardec atuava com jogadores de diversas nacionalidades. Por causa disso, os treinamentos costumavam ser frequentados por vários intérpretes.

As instruções de treinamento viravam um verdadeiro ‘telefone sem fio’, e se comunicar com os companheiros era difícil. Tal situação fez Alan Kardec virar ‘meme’, em 2020, quando tentou dar uma palestra motivacional.

Alan Kardec dando ‘preleção inusitada’ na China