Entrevista com o atacante Rafael Ratão do Novorizontino

Rafael Rogério da Silva  nasceu em Sumaré -SP  no dia 30 de novembro de 1995.  O jogador de 22 anos acumula passagens por clubes como Ponte Preta, Santos, Boa Esporte e Luverdense.  Em entrevista ao Mercado do Futebol, Ratão contou mais sobre sua carreira e sobre planos para o futuro.

 

MF- Primeiramente, como e quando você começou a se interessar por futebol e viu que esse era o caminho que queria seguir e quem te incentivou mais nesse processo ?

Rafael Ratão- Eu sempre gostei de bola, desde pequeno gostava de jogar, sempre tive muito incentivo do meu pai, ele sempre me levava pra jogar, minha mãe também sempre me incentivou muito. Quando eu tinha 13/14 anos foi quando eu realmente vi que ser atleta profissional seria o que eu queria para minha vida.

 

MF- Você estreou muito cedo como profissional, aos 17 anos pela Ponte Preta. O que você sentiu ao ser promovido ao time de cima e como foi lidar com a responsabilidade , mesmo sendo tão jovem?

Rafael Ratão- Fiquei muito feliz quando subi pro profissional, mesmo sendo tão novo, foi um sonho realizado. Por ter 17 anos na época foi uma experiência e tanto pra mim, aprendi muito, talvez se eu tivesse a cabeça que tenho hoje, eu teria feito muitas coisas diferentes, mas por outro lado foi bom pra mim aparecer. 

 

MF- Você teve a chance de jogar e até mesmo marcar no Maracanã, como foi essa experiência. E também comente sobre um inusitado episodio ocorrido após aquele gol ( Ratão tropeçou numa placa de publicidade ao sair para comemorar)

Rafael Ratão-  Jogar no Maracanã e marcar um gol lá foi outro sonho meu que se realizou, jogar em um dos maiores estádio do Brasil e marcar um gol é uma sensação inexplicável. Quanto ao episódio após o gol tenho a marca até hoje na canela por isso (risos), mas é uma marca que me trás uma boa lembrança. 

 

Resultado de imagem para rafael ratão ponte preta
Rafael Ratão em ação pela Ponte Preta

 

MF- Durante sua carreira você foi emprestado para outras equipes do futebol brasileiro em algumas oportunidades, passando até mesmo pelo Santos. Qual impactos essas experiências tiveram na sua carreira? Você mudaria algo que fez na época?

Rafael Ratão- Essas experiências de empréstimos para outros clubes acrescentou muito não só na minha vida profissional, mais também na minha particular, aprendi muito. No Santos fui muito feliz, mesmo sendo base, fiz ótimos jogos e fui artilheiro lá. Se eu tivesse a cabeça que eu tenho hoje, teria feito muita coisa diferente, eu era muito novo ainda. 

 

MF- Além das experiências nacionais você também atuou fora do Brasil , pelo Albirex Niigata (Japão) e pelo Chungju Hummel( Coréia do Sul), como foi a questão da adaptação a um novo país, além da experiência dentro de campo?

Rafael Ratão- Quando fui para o Japão foi onde eu mais tive dificuldades, minha primeira vez fora, em um país totalmente diferente, mais, foi aonde eu mais amadureci, e gostei muito de lá, gostaria muito de um dia voltar pra lá. Já na Coreia do Sul me senti mais a vontade porque eu já tinha ido uma vez para fora então a adaptação foi mais fácil, então até mesmo em campo não tive dificuldades, consegui fazer mais jogos e gols.

 

MF- Atualmente joga no Novorinzontino, quais seus planos para 2018 e seus objetivos para o futuro profissional e pessoal? Há algo que você ainda não conseguiu realizar que você tem em mente?

Rafael Ratão- Agora em 2018 os meus objetivos são fazer um excelente paulista pelo Novohorizontino e como qualquer outro jogador, conseguir um bom contrato com um time de série A. Na minha vida pessoal eu quero pode da um futuro melhor pros meus pais e também construir minha família com a minha noiva.