Entrevista com o lateral-esquerdo Roger Deniro do Fluminense de Feira

Roger Deniro de Oliveira nasceu na cidade de Canelinha em Santa Catarina no dia 20 de março de 1993, o lateral iniciou sua carreira no Figueirense e acumula passagem por Brasil de Farroupilha-RS, Camboriú-SC e Avenida-RS.  Atualmente defende as cores do Fluminense de Feira-BA. O atleta falou um pouco sobre sua carreira em entrevista exclusiva ao MF

 

 

MF – Como surgiu seu interesse pelo futebol e como você percebeu que esse era o caminho que iria seguir?

Roger – O interesse no futebol vem desde de criança, meu pai sempre jogou futebol amador e eu sempre via meu irmão mais velho indo fazer teste nos clubes e então desde pequeno falava que seria jogador de futebol e graças a Deus, ele em deu a honra de pode realizar meu sonho!

 

 

MF –  Iniciou a carreira no Figueirense, como foi sua chegada ao clube e que lembranças você traz de sua estadia na base?

Roger- cheguei ao Figueirense tinha 13 anos, nunca tinha ficado se querer dois dias longe de casa, no começo foi muito difícil como tudo na vida é, mais aos poucos fui interagindo com os colegas de clubes e dai em diante foi só alegria, tenho contato com a maioria até hoje e isso é gratificante.

 

 

MF – Você pode atuar tanto na lateral-esquerda quanto na zaga, você sempre fez as duas funções ou começou no ataque por exemplo?

Roger – Eu sempre joguei no meio de campo, na peneira que fiz no figueirense o Casagrande (treinador da base do Figueirense) me colocou de volante e depois de alguns jogo fui para zagueiro, quem me colocou na lateral foi o Fabiano Daixtz (treinador do Avenida) e venho sendo muito feliz nessa posição, espero dar continuidade.

 

 

MF – O Avenida foi o clube por qual você mais atuou em sua carreira. Em 2018 atingiu as semifinais do Campeonato Gaúcho. Como você descreve essa campanha e qual importância suas passagens pelo clube tem em sua carreira?

Roger – Uma campanha histórica, pois não é fácil você sair da divisão de acesso e no ano seguinte ficar entre os 4 melhores do estado, e eu só tenho a agradecer tudo que o Avenida me proporcionou, o clube me abraçou na hora mais difícil da minha carreira, pois sabemos que o momento de transição de juniores para profissional é muito difícil, mas Deus abriu a porta para mim no Avenida e eu sou muito grato a ele e a toda diretoria por acreditar em mim.

 

Foto: Avenida-RS.

 

 

MF – Quais são suas principais inspirações dentro do futebol? Tanto na sua posição quanto em outras?