Tuna Luso, a Cruz de Malta carrega a história paraense

Foto: Tuna Luso Brasileira.

O símbolo que tem uma ligação forte com Portugal significa algo forte antigamente, por causa da Ordem dos Cavaleiros e atualmente transcende na camisa de vários clubes brasileiros, entre eles a Tuna.

Formado em 1903, mas com direção ao esporte somente em 1906 se destaca nos esportes aquáticos (possuindo uma das piscinas de maior profundidade na América Latina), além disso futsal e futebol é algo tratado com carinho no Souza.

O time foi o 1º campeão de um torneio nacional dentro da Região Norte, sendo a Série B de 1985 e na sequência a Série C de 1992, além disso participou do início da primeira divisão em 1959, sendo o nono colocado.

A orquestra (significado do primeiro nome) durante muito tempo rivalizou no cenário estadual e nacional, mesmo restrito em termos de torcida, porém chegou o novo século e as diretorias não conseguiram sequenciar o bom trabalho.

Em 2014 chegou uma nova direção com Graciete Maués, a primeira mulher presidente de uma agremiação paraense e com praticamente o fim decretado da Tuna Luso veio uma solução caseira que acalmou os ânimos.

Na época, Paulo Henrique Ganso estava sendo vendido pelo São Paulo ao Sevilla e o time foi na justiça conquistar 0,5% do valor, um total de 120 mil reais que ajudou muito na reconstrução da estrutura.

O trabalho com pouco foi tão bem feito que a presidente se tornou de forma interina, a comandante da Federação Paraense de Futebol e Miltoniel Narciso assumiu o comando no seu lugar nesse ano.

Somente em 2020 que o time conseguiu de forma definitiva seu acesso à 1º divisão estadual e logo no seu retorno chegou ao vice-campeonato perdendo de 5 a 4 no placar geral perante o Paysandu, mas eliminando o Remo nos pênaltis na semifinal.

Em 2022, a diretoria tem um ano completo de calendário com as participações no estadual (chegou na semi), Copa Verde (competição inédita), Copa do Brasil (eliminou o Novorizontino e foi eliminado pelo Ceará), além da Série D, onde começou sendo derrotado três vezes.

Com a chegada de Josué Teixeira vieram os empates em sequência com Fluminense-PI e Castanhal, os seus torcedores ficaram confiantes. Ao conversar com gestor da Tuna, o sentimento é de pés no chão, porém de confiança também.

Sobre o elenco existe a presença de muitos jovens que conseguiram segurar a barra por muito tempo, todavia com os resultados ruins vieram alguns atletas experientes que já se tornaram titulares, exemplo do zagueiro Admilton (ex-Macaé) e o meia Lukinhas (estava no Castanhal).

Paulo Rangel, o nome mais conhecido deve sair ao fim de contrato, pois segundo ele o acerto que havia anteriormente não foi cumprido.

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