
A Sociedade Esportiva Palmeiras na última terça-feira contratou dois nomes para reforçar o sistema ofensivo que vinha sendo alvo de críticas
Borja, Devyerson e Arthur Cabral (na mira de Vasco, Grêmio, Ceará e especulado no Atlético Mineiro) ainda não conseguiram ter o apoio total da torcida (apesar que o colombiano ajudou na classificação pela Libertadores com dois gols nos jogos). Para isso, primeiro se anunciou Henrique Dourado (que em 2014 foi um dos poucos que se salvaram, com 18 gols em 39 jogos).
Porém, o nome que a torcida pedia era Luiz Adriano (inclusive foi uma negociação sorrateira, pois a imprensa ficou sabendo quando o atleta já estava contratado praticamente). O atleta é revelado pelo Internacional e fez sua história no Shakhtar Donetsk com 267 jogos e 130 gols, depois foi para o Milan e estava no Spartak Moscou.
Já o Ceifador tem um currículo mais modesto, iniciando por Flamengo-SP, União São João de Araras, Santo André, Cianorte, Chapecoense, Mogi Mirim, Santos, Portuguesa. Além disso Cruzeiro, Vitória de Guimarães, Fluminense (em 2017 foram 32 gols em 59 jogos), Flamengo e Henan Jianye (na China fez um jogo e um gol, mas se machucou e está de volta ao alviverde).
Luiz Adriano veio a peso de ouro, serão 42 milhões de reais em 4 anos de contrato (entre salários, luvas e premiações por metas). Algo que poucos clubes brasileiros dispõe de recursos para igualar a proposta. No mais, a torcida espera que Henrique seja um bom reserva e que continue não errando mais penalidades.
Foto de capa: SE Palmeiras.
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