Palmeiras inicia Brasileirão 2021 com menor número de contratações desde a reformulação
Amanhã o Palmeiras inicia sua caminhada no Campeonato Brasileiro 2021 contra o Flamengo, às 16h, no Maracanã, no Rio de Janeiro. Diferentemente dos últimos cinco anos, o Alviverde começará a jogar o nacional com o menor número de jogadores contratados desde sua reformulação, em 2015.
Este ano foi o da era Alexandre Mattos, como diretor de futebol, e o Verdão trouxe 25 reforços. O Palmeiras iniciou a temporada como uma equipe promissora, fracassou, porém, no Brasileirão daquele ano que ficou com o arquirrival Corinthians. Contudo, chegou a duas finais, do Paulista e da Copa do Brasil, levando este último título.
No ano seguinte, o número de reforços se reduziu a pouco mais da metade, sendo 13 novos atletas adquiridos. A diretoria, por sua vez, interrompeu a passagem do então técnico Marcelo Oliveira, contudo o técnico Cuca prometeu e cumpriu a promessa de conquistar o campeonato Brasileirão, encerrando um jejum de 22 anos.
Em 2017, ao contrário de Alexandre Mattos, Cuca não pôde continuar no clube. No entanto, o diretor de futebol trouxe 14 reforços, incluindo Miguel Borja, o destaque do Atlético Nacional, da Colômbia, então campeão da Libertadores. Porém o ano não foi bom para o Verdão que não conseguiu nenhum título.
Na temporada seguinte, o Palmeiras reduziu suas contratações em quase a metade, trazendo assim apenas 8 reforços. Diferentemente de 2017, em 2018 o Alviverde foi campeão brasileiro sob o comando de um velho conhecido da torcida, o técnico Felipão. Ele substituiu Roger Machado, contestado e que rendeu críticas a Alexandre Mattos.
O então diretor fez suas sete últimas contratações em 2019, ano que o Palmeiras viu o Flamengo investir e brilhar sob o comando do técnico português Jorge Jesus. O Verdão, por sua vez, não ganhou nenhuma taça e terminou o ano em uma crise que culminou na já esperada saída de Mattos, que deixou o clube em dezembro do mesmo ano. Ele foi substituído por Anderson Barros, que executou uma política de poucas contratações e um olhar mais carinhoso para a base.
