
Após receber sua primeira chance no profissional do Palmeiras em 2015, Gabriel Jesus logo despertou o interesse de vários clubes europeus. Dessa forma, não permaneceu no Alviverde por muito tempo. Em 2016, deixou a equipe e assinou com o Manchester City, da Inglaterra.
Dentre alguns termos assinados na negociação entre os clubes, o Palmeiras não terá direito a exercer a cláusula de contrato que previa um prêmio de 1 milhão de euros (cerca de R$ 6,5 milhões) caso o Manchester City fosse campeão da Liga dos Campeões com o jovem no seu elenco.
Além da taça, era obrigatório que o atacante jogasse em 50% dos jogos da competição por pelo menos 45 minutos. Assim, a primeira das necessidades era ter feito seis jogos, o que foi cumprido, mas em apenas dois deles esteve em campo pelo tempo estipulado no documento entre o time brasileiro e o inglês.
Dessa forma, mesmo que jogasse os 90 minutos da final, a meta não seria batida. Por fim, o acordo entre os clubes foi incluído na negociação pelo Palmeiras na venda de Gabriel Jesus. Na época em que Alexandre Mattos era diretor de futebol. Além disso, o Alviverde também vendeu o direito de preferência de três atletas por 750 mil euros. Por fim, um deles o lateral Luan Cândido, que acabou negociado com o RB Leipzig.
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