
O Palmeiras nos últimos anos utilizou o artificio de fechar contratos com prazos longos para manter o atleta contratado o mais tempo no clube. Mas isso está com os dias contatos dentro do alviverde.
Há hoje o consenso de que os acordos duradouros, ainda que ajudem a selar negociações, acabam também mantendo o clube preso a eventuais negociações fracassadas.
Um exemplo é o meio-campista Lucas Lima, que chegou ao Palmeiras no fim de 2017 como uma contratação de peso, mas nunca rendeu o esperado. O vínculo do meia só acaba no fim de 2022. Com um detalhe: internamente, já se sabia há pelo menos três temporadas que seus vencimentos eram incompatíveis com seu nível de entrega.
O Palmeiras trabalha com uma exceção para este estilo de negociação, a feita com jogadores da base e alguns casos muito pontuais, a ideia é trabalhar sempre com acordos mais curtos futuramente na composição do elenco.
Foto de destaque: Cesar Greco/Ag.Palmeiras/Divulgação
O Botafogo segue atento ao surgimento de mais uma promessa formada em General Severiano. Aos 15 anos, o atacante Bernardo…
A Portuguesa oficializou a chegada do atacante Matheus Cadorini, de 23 anos, para compor o elenco na temporada de 2026.…
A Portuguesa-RJ oficializou a chegada do zagueiro Jadson Cristiano, de 34 anos, para a temporada de 2026. O defensor passa…