
Membros de torcidas organizadas do Vasco ameaçaram protestar em São Januário nesta quinta-feira, dia 3. Duas horas antes do jogo contra o Defensa y Justicia pela Copa Sul-Americana um pequeno grupo com cerca de 50 torcedores chegou ao estádio. Sem dúvida uma hora errada para cobrar. Protestos e reivindicações de torcedores de quaisquer clubes são, no entanto, legítimas desde que se tenha o bem do clube como objetivo. Porém as ameaças de protestos de hoje não ajudaram a equipe. Pelo contrário, prejudicaram.
Ao invés de se concentrarem apenas no Defensa y Justicia, os atletas tiveram de lidar também com possíveis xingamentos, ameaças e a tensão da presença das viaturas. Porque o clube pediu reforço da Polícia Militar que deslocou 22 viaturas para a frente do CT. Viaturas que poderiam fazer rondas no Rio de Janeiro e evitar atos violentos, precisaram – e o Vasco agiu bem em chamá-las – evitar que alguns torcedores comprometessem a integridade da equipe.
Atitude insensata desses torcedores, sem dúvida. Mas sensatez mesmo foi a do volante Fellipe Bastos. Ele desceu do carro e ouviu alguns membros nos protestos que de fato aconteceram ontem, dia 2, na porta do CT do Almirante, em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio. Ontem, hoje, amanhã e sempre, será o momento de rediscutir o papel e os limites das torcidas organizadas.
(Foto: Gettyimages)
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