
O Tribunal Arbitral do Esporte (TAS) encerrou o “caso Sánchez”, o Santos processou a Conmebol pelo erro na Libertadores de 2018. A decisão final do TAS foi uma vitória moral para o Peixe, contudo a Conmebol saiu ilesa e não houve mudança na punição imposta o clube naquele ano.
“Caso Sánchez”
O caso aconteceu pela oitavas de final contra o Independiente (ARG) na Libertadores de 2018. O jogo de ida na Argentina ficou marcado em 0 a 0, porém o clube argentino encontrou uma irregularidade na escalação de Carlos Sánchez.
O uruguaio em 2015, quando atuava pelo River Plate, foi expulso por agredir o gandula na Copa Sul-Americana. Portanto, não havia jogado na competição outra vez e deveria ter cumprido punição pelo Alvinegro.
No “tapetão” o Peixe foi punido com o placar agregado de 3 a 0 à favor dos argentinos, a missão no Pacaembu era ganhar de 4 gols a 0 para mudar o placar e ganhar a classificação para as quartas de final. Todavia, a partida terminou em empate sem gols e Independiente classificado.
A torcida santista fez muita festa e Vanderlei defendeu um pênalti, mas a revolta dos torcedores na reta final da partida com uso de sinalizador e pancadaria só fez o Santos ganhar outra punição. Na primeira fase da sul-americana de 2019 e na partida contra o Delfin este ano pela Libertadores o Peixe cumpriu a punição de duas partidas sem torcida em competição organizada pela entidade sul-americana.
Créditos foto de capa: Ale Cabral/AGIF
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