Em agosto, Cléber Reis poderá assinar um pré-contrato com qualquer clube e deixar o Santos

No mês de agosto, o zagueiro Cléber Reis poderá assinar um pré-contrato com qualquer clube e deixar o Santos.

Isso porque o contrato do defensor de 30 anos termina no fim de janeiro de 2022. Porém, a tendência é que o Peixe aceite sem problemas alguma oferta que chegar para a saída antecipada do atleta.

Além de não ter sido utilizado pelo técnico Cuca, em 2020, e nem por Fernando Diniz na atual equipe, Cléber Reis tem um dos maiores salários do elenco do Santos.

Sem espaço no Alvinegro, o atleta já foi emprestado para Coritiba, Paraná, Oeste e Ponte Preta. O Santos sempre estava na busca de emprestar o jogador visando não precisar pagar o ‘alto’ salário que Cléber recebe.

Vale lembrar que o Peixe já tentou negociar a rescisão bilateral do contrato do zagueiro, mas ambas as partes não chegaram a um acordo.

Cléber também desabafou que o Santos não teve respeito com o jogador, mas que não pensa em acionar o clube na justiça por não ter essa ‘índole’.

O Santos me tratou como um torcedor. O clube não pode julgar um atleta e desvalorizar desse jeito. Acho que deveriam ter um pouco mais de respeito e consideração por mim, mas se não tiveram eu tenho que lutar, buscar meu espaço e mostrar que tenho valor. Com o Santos ou sem o Santos. A gente fica triste, mas não vou ficar murmurando”, disse Cléber Reis, em entrevista ao GE.

O Santos me paga certinho. Jamais vou querer acionar o Santos na Justiça. Ali tem pessoas que trabalham, que têm família. Tenho muito caráter. Não tenho essa índole para isso”, finalizou.

O Santos contratou Cléber Reis em 2017 junto ao Hamburgo (ALE) pelo valor de cerca de R$ 7 milhões na gestão do ex-presidente Modesto Roma. Entretanto, o clube não pagou os alemães e sofreu o transfer ban da FIFA.

O também ex-mandatário José Carlos Peres não quitou a dividia no seu ‘governo’ e o compromisso só foi honrado por Orlando Rollo e Andrés Rueda, no fim de 2020, pelo valor de R$ 20 milhões devido ao atraso e correções monetárias.