Ex-Santos e Corinthians, artilheiro brilha na China e destaca evolução do futebol asiático
O atacante Léo Souza, brasileiro de 26 anos, vive grande fase no futebol chinês. Atualmente emprestado pelo Shandong Taishan ao Zhejiang, o goleador vem conquistando os torcedores da equipe chinesa e vive seu grande momento desde que chegou à Ásia.
Em 12 jogos pelo clube na Superliga, Léo marcou 10 gols, além de quatro assistências. Durante toda a competição, o Changchun anotou 24 bolas nas redes, possuindo o melhor ataque do campeonato. Sendo assim, o atacante havia participado de mais da metade dos tentos da equipe no torneio. Agora no Zhejiang, Léo manteve o seu bom ritmo de gols e já anotou quatro tentos, em cinco partidas apenas pelo clube. Se mantendo como artilheiro isolado da Superliga Chinesa.
“É muito bom fazer gols, até porque o centroavante vive disso. Busco sempre o melhor para mim e para a equipe que jogo. Queria me adaptar ao sistema do novo time primeiro, nem esperava já chegar fazendo tantos gols assim, mas sou abençoado e por isso consegui manter o nível logo na chegada. Quero mais daqui para frente, não só a artilharia, mas conseguir ajudar meu time a vencer jogos, o que é mais importante do que as estatísticas individuais”, finalizou o brasileiro.
O artilheiro chegou ao continente asiático em 2018, para jogar no Japão. Mais precisamente, no Gainare Tottori, onde atuou por 33 jogos e foi artilheiro do time, com 24 gols marcados. Ele permaneceu por uma temporada com o clube, até se transferir para o Albirex Niigata, da segunda divisão do país, onde foi artilheiro da competição e foi eleito MVP da competição, neste ano ele anotou 28 tentos em 38 partidas.
Até que em 2020 surgiu a chance de jogar pelo Urawa Reds, time da primeira prateleira do futebol nipônico. Léo se transferiu para a equipe onde disputou 30 jogos e foi às redes em 14 oportunidades. Foram três temporadas completas no Japão. Até que o atacante rumou em direção à China, onde está até hoje.
“São cinco anos tendo que me adaptar à cultura do continente. No começo foi um pouco difícil, sentia falta do arroz e feijão (risos) e do meu país. Hoje já estou mais acostumado e estou me sentindo bem em relação à cultura daqui. Vejo que o futebol do continente como um todo vem evoluindo e isso me ajuda a evoluir muito como atleta também”, disse Léo.
