Santos

Rueda fala em ‘cunho político’, no relatório do caso Doyen

Depois da reunião do Conselho Deliberativo, onde o conselheiro Marcelo Milani apresentou um relatório apontando detalhes do ‘caso Doyen’, o presidente Andres Rueda falou em entrevista ao site ATribuna. O presidente falou sobre o documento apresentado, que aparentemente mistura com cunho político e perde o foco.

“Um documento que supostamente tem que ser técnico e acaba misturando com parte política, perde um pouco o sentido. O documento, numa parte, narra o que efetivamente aconteceu com o Santos, nesses últimos dez anos. O Santos foi pilhado por erros grosseiros, que representaram um prejuízo incalculável, a ponto de o clube estar praticamente m insolvência.”

Rueda afirma que os problemas com a Doyen são de 2013, e gerou ações, onde o Santos já pagou vários valores. ‘O caso Doyen, a maioria do que se cita, são coisas de 2013 e já é sabido os demandos que ocorrerão. Isso gerou ações na Justiça lá atrás, onde o clube perdeu e, por decisão judicial, foi obrigado a pagar. não pagou, teve as contas bloqueada e a gente entrou. A maioria já tinha sido prescrita, antes de a gente assumir.”

Analisando o documento, Rueda falou sobre várias denúncias citadas, que não possuem provas, para se abrir um processo. “Aí, você tem uma série de denúncias que não existem provas reais pra se entrar com um processo. xistem fatos que aconteceram que podemos achar imorais, incompetentes, mas não há provas de dolo.”

Rueda citou uma situação, onde sim, existe uma prova de dolo. “Vou citar um exemplo, onde houve prova real de dolo. Foi paga uma comissão para uma empresa, com valor relativamente alto, quase R$ 5 milhões, por uma intermediação do Gabigol, através de um contrato verbal, na época do José Carlos Peres. A gente entrou e ganhou, mas eles ainda podem entrar com recursos.”

Sobre o valor aproximado de R$ 384 milhões, que o relatório indica o Santos ter pago à Doyen, Rueda afirmou ter quitado a dívida e não dever mais nada. “Tudo que a gente paga, está nos balanços. Eu fiz um acordo na Câmara Arbitral de Juízo. Se eunão faço acordo, nossas contas estariam bloqueadas até hoje. A gente fez um acordo e pagou mais de R$ 48 milhões. E uma notícia boa: paguei a última parcela da Doyen na semana passada, 1,5 milhão de euros (aproximadamente R$ 8 milhões). O Santos não deve maisnada.

(Foto: Santos FC)

Filipe Dias

Editor-chefe do MF. Paulista de São Paulo, Mineiro de Guaxupé, fundador da GuaxuPeixe, Torcida do Santos em Guaxupé e Setorista do Santos FC.

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