
Na tarde desta terça-feira (19), através de comentários no Instagram, Marinho se envolveu em polêmica com alguns torcedores e relata não receber há quatro meses. A dívida em direito de imagem ampliou para dois ou três meses, em alguns casos de outros jogadores, o último prazo venceu no dia quinze desse mês.
O Santos já sofria financeiramente antes da paralisação, porém a pandemia ressaltou a crise. Apenas 30% dos salários foram pagos aos jogadores e a relação no clube ficou crítica. Além disso, o Peixe precisa fazer caixa para se “desbloquear” na CBF por uma dívida com o Hamburgo (ALE).
O direito de imagem pode corresponder até 40% do salário, no Alvinegro são 30%. Apenas uma pequena parte do elenco recebe, já virou rotina o Santos pagar os salários “normais” e atrasar o direito de imagem.
O Peixe tenta negociar cada caso e pagar 30%, como feito em maio, junho e julho em relação à CLT. A tentativa é reembolsar 50% do corte até quando, futuramente, houver uma possível rescisão de contrato, o que pode acontecer após o retorno do futebol.
Créditos foto de capa: Ivan Storti/Santos FC
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