
(Foto: Guilherme Kastner / Santos FC)
O Santos não chegou ainda a um acordo com o V-Varen Nagasaki, do Japão, pelo novo técnico Carille, que já iniciou os trabalhos na Vila Belmiro. O Peixe, vale lembrar, já registrou o técnico no BID da CBF e regularizou a situação contratual dele no Brasil.
No entanto, para que a situação do comandante no Brasil se normalizasse, o clube paulista usou de uma “brecha” no contrato dele com o time japonês. Isso porque, por questões tributárias, os contratos no país asiático costumam se renovar de 11 em 11 meses.
Nesse sentido, o vínculo do comandante se encerrou em 1º de janeiro e seria renovado no mês seguinte. O clube japonês, entretanto, considera “absolutamente inaceitável” essa postura e promete brigar.
E é nesse ponto, segundo ge, que os clubes divergem. Pelo lado japonês, o V-Varen Nagasaki entende que a renovação é automática e, além disso, não depende do aval de Carille. Já o Santos acredita que o técnico estava “livre” no mercado e se negou a pagar a multa rescisória, de cerca R$ 7 milhões.
Por conta disso, o Peixe já está se preparando para uma eventual disputa jurídica para assegurar a permanência de Carille no clube.
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