Vasco usou maior parte do empréstimo da 777 para pagar salários; veja os principais gastos

O Vasco anunciou nesta semana que os R$ 70 milhões emprestados pela 777 Partners em março acabaram. O Cruzmaltino fez o comunicado pelo Conselho Fiscal e está incluido no acompanhamento mensal dos recursos do empréstimo e é assinada pelo presidente João Marcos Gomes de Amorim.

O ofício aponta que o Conselho Fiscal verificou “os lançamentos realizados desde a posição anterior” (em maio) e foi constatado que “na data de 06 de junho de 2022 foram liquidados os recursos”.

O comunicado tem como objetivo, além de informar sobre o esgotamento do valor, atentar “para a necessidade de geração de caixa para o curto prazo, visando a continuidade do cumprimento dos compromissos assumidos e programados para o decorrer dos próximos meses”. Ou seja, o Vasco terá que operar com recursos próprios daqui para frente.

Assim que o empréstimo da 777 Partners foi concretizado, o Vasco tinha dois meses de salários atrasados a jogadores e funcionários pendentes, além de férias e 13º de 2021. Conforme a discriminação dos gastos feita pelo Conselho Fiscal, cerca de R$ 25 milhões foram destinados para quitar esses encargos salariais.

Além disso, por volta de R$ 30 milhões serviram para diminuir outras dívidas. R$ 15.679.167 foram usados para o pagamento de “acordos e parcelamentos” e R$ 14.287.835 para “amortização de empréstimos”.

R$ 5.168.042 foram gastos em “compra e empréstimo de atletas”. Contratação mais cara do Vasco neste ano, Carlos Palacios, chegou por R$ 8 milhões e parte da sua transferência foi paga com recursos do empréstimo.

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