Iniciamos em 2014 no estado do Ceará, onde o goleiro Ochoa fez uma partida digna de aplausos segurando o ataque brasileiro que estava empolgado por atuar em casa.
Uma partida sem grande emoção, apesar dos gregos terem um expulso no primeiro tempo. Os japoneses não conseguiram furar a defesa dos europeus.
Em Belo Horizonte, um cenário difícil de ter decifrado antes, a Costa Rica classificada e a Inglaterra já eliminada. Os costarriquenhos somente fizeram uma partida no gasto e ficaram com o primeiro lugar.
Os equatorianos tentavam uma vaga na fase seguinte, porém esbarrou numa seleção mais arrumada. A França classificou em primeiro com o resultado.
Em Curitiba, um jogo de muita aplicação tática e defensiva. Os iranianos seguraram o seu adversário e conquistaram um ponto na competição.
Os holandeses em 2014, apesar de terem um ataque promissor em alguns jogos passou em branco. Vale lembrar que nas penalidades, o goleiro Krul foi para a meta, sendo importante para classificar.
Em São Paulo, na fase seguinte a estratégia de trocar o goleiro novamente poderia ter acontecido, mas não ocorreu e a Holanda perdeu com erro de Robben.
No ano de 2018 na Rússia foi somente um placar zerado e ambas as equipes se classificaram. Aquele embate de compadres na terceira rodada.
No Catar já tivemos resultados sem gols, os dinamarqueses fizeram um jogo abaixo da expectativa. Já a Tunísia com muita aplicação tática conquistou um ponto.
Apesar das tentativas pela velocidades nos lados, os mexicanos quase perderam a partida, pois a Polônia teve a chance de ouro numa penalidade, mas Ochoa defendeu.
O calor forte e uma Croácia longe das condições físicas ideais deixou um jogo morno e sem muita inspiração de ambos os lados.