Vamos buscar a sétima, Cruzeiro
O único bicampeão seguindo começará sua caminhada na edição de 2019 da milionária Copa do Brasil. Diante do Fluminense, no Maracanã, o Cruzeiro sabe bem o que tem de fazer para trazer a sétima taça da competição.
A primeira
A nossa história é longa, grande e cheia de grandes momentos. A primeira veio em 1993 sobre o Grêmio, dentro do Mineirão. Um jogo histórico para a primeira taça desta Copa na década. Com o uniforme branco e com cinco estrelas, vencíamos um título nacional depois de 27 anos.

A segunda
Três anos depois, mais uma conquista. Uma das mais difíceis e que deu o início para a caminhada do bicampeonato da Libertadores. Em uma noite inspirada diante do ataque dos 100 gols, o Cruzeiro fez o improvável. O clube virou dentro do Parque Antártica e levou a taça. A noite era de Dida, de Roberto Gaúcho, Marcelo Ramos… de todos os cruzeirenses. A segunda Copa era nossa.

A terceira
Quatro anos mais e depois de um vice em 1998, a Copa era nossa de novo. Sim, a terceira Copa do Brasil. E mais uma vez diante de um paulista e de virada. Dentro do Mineirão lotado, o time sofreu o 1 a 0 do São Paulo. Mas empatou com Fábio Júnior. A virada foi com os Deuses do futebol abençoando. Geovanni bateu a falta, a bola desviou na barreira e entrou. O gol improvável do tri.
A quarta
A quarta não teve sofrimentos como as outras três. Em 2003, aquele time jogava por música e o Maestro Alex regia a orquestra. Com uma linda letra na ida e o brilho de Aristizábal no Mineirão, nos tornávamos os maiores campeões ao lado do Grêmio.
A quinta
14 anos depois, o tamanho da Copa havia dobrado em participantes e o Cruzeiro passou por toda ela. Começou na primeira fase e foi escalando até o topo. Passou por gigantes como São Paulo, Palmeiras, Grêmio e bateu o Flamengo na final. Com a decisão de Thiago Neves e Fábio, o clube levantou sua quinta taça de Copa do Brasil.

